
O oportunista uso do PSOE nesta matéria em plena campanha eleitoral na CAG e na CAB, gerou umha polémica que conseguiu consolidar um lugar de acubilho para os reaccionários, misóginos e ráncios sectores herdeiros da España fascista do 36. A meiados de março viamos como a Conferência Episcopal com a sua campanha antiabortista levava as ideias do machismo mais descarnado às ruas. Ao tempo tinham lugar mobilizaçons promovidas polas plataformas patriarcais, neofascistas e populistas como Direito a Viver, Marcha pola Vida, Pro-vida, Hazteoir, Médicos pola Vida, Foro Espanhol da Familia etc Desafortunadamente, também houvo concentraçons em várias cidades galegas na “Jornada pola Vida” promovida pola Confência Episcopal que dava por concluída a campanha.